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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Meu aniversário - Preparativos - Plaquinhas


Para ajudar os convidados a identificarem o que querem comer, e até para evitar o desperdício (quem nunca mordeu um bolinho de azeitona pensando que era de ovo de codorna e deixou pela metade?), resolvi fazer plaquinhas de identificação para os comes e bebes a serem servidos.

Já tinha feito essas plaquinhas pra colocar nos patês no aniversário de minha cunhada, pois não tem nada mais desagradável do que convidado levando o pote inteiro de patê até o nariz, pra sentir o cheiro e saber se é de atum ou de frango, então resolvi aproveitar a ocasião e investir nas plaquinhas.

Fiz a arte com um desenho de alguns cupcakes em um suporte, moldura rosa e espaço para os dizeres no powerpoint (o desenho ampliado pode ser visto aqui), e em separado escrevi os itens, para serem recortados e inseridos posteriormente. Deixei pra imprimir os dizeres por último, pois sempre tem uma variaçãozinha de última hora no cardápio). Imprimi tudo em papel-cartão e usei E.V.A. para fazer a colagem dos dizeres em relevo. Para os patês fiz plaquinhas com palito, e para os itens de mesa placas com suporte atrás, estilo calendário de mesa.

Ficou mimoso. Muitos elogiaram. Outros falaram que era desnecessário, e reclamaram do meu excesso "de trabalho". Mas se fiz por que quis e gostei, tá aprovado!

Aqui se podem ver duas delas, dando nome aos cupcakes e aos mini-cheesecakes de morango:


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Menus diferentes

Para quem quer fugir do tradicional menu em formato de livro colocado entreaberto em cima das mesas, seguem três opções:

1. Menu-porta-guardanapo: enquanto prende o guardanapo de tecido em cima da mesa, ainda informa ao convidado o que será servido. Esse da foto tem três faces, uma com as entradas (starter), e suponho que as outras faces contenham o prato principal e a sobremesa. Gosto demais desse! Não é tão bonito, não tem fofurices, mas é muito legal...

2. Menu-picolé: servido no palito, e decorado com fita de organza. Acho que ficaria melhor se pudesse ser visto na mesa de pé, seja "espetado" em algo, ou apoiado em um suporte, uma taça, um copo. (Sei não, mas esse da foto parece mesmo menu de restaurante, uma coluna com os pratos, outra com os preços! Será?)

3. Menu-sousplat: tudo bem que o sousplat vai embaixo do prato, e não por cima/dentro dele, mas gostei desse nome e é assim que vou chamar. Esse é bem brasileiro, a foto foi tirada pelo fotógrafo Edson Beline, de Santa Catarina, e está tão nítida que dá até pra saber que nesse menu as categorias são Entrada, Pratos frios, Pratos Quentes, Acompanhamentos, Sobremesas e Bebidas, e os títulos foram escritos com a fonte Scriptina. Como é bem clean, a fofura fica por conta dos guardanapos presos com fitinha de cetim e uma florzinha branca. Esse menu nem precisa ser restrito para festa com jantar completo não. Em festas estilo coquetel, ele pode ficar na mesa, em frente a cada uma das cadeiras, como se fosse o próprio prato. Ah, assim também fica legal...

Os modelos tradicionais em forma de livro e o de picolé podem ser feitos em menor número, 2 por mesa está ótimo. Mas se for os modelos 1 ou o 3, aí é um menu por convidado. Até que isso é bom, até para os modelos tradicionais, pois tem gente que gosta de levar essas coisinhas de souvenir, aí já se garantem com o menu na bolsa no começo da festa e os pobres convidados que restaram na mesa pois chegaram depois (ou não ligam pra souvenir ou se contentam com os bem-casados) ficam sem saber o que vão comer a noite toda...
Aconteceu isso em meu casamento: um monte de gente levou menu pra casa e um monte de gente nem viu. Quem diz que noiva não repara em nada, ih, tá enganado! Quando passei para fazer os cumprimentos nas mesas vi algumas bolsinhas de festa com menus escondidinhos por baixo! Tá, fiquei um pouco lisonjeada (poxa, fazer algo digno de uma pessoa querer levar pra casa, que honra!) mas se soubesse disso, teria feito mais...!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Papéis para bandeja

Em inglês são conhecidos como doilies, em português, acho que é "papel para bandeja" mesmo, ainda que seja para pires, souplats, pratos. Ou seria papel rendado? Nem mesmo na embalagem vem o nome desse papelzinho delicado de muitas utilidades. Então vamos a algumas idéias. Primeiro, uma pra casamentos, claro!
Cone de papel rendado, para ser preenchido com pétalas ou arroz, para os convidados jogarem nos noivos na saída da igreja. Aqui se usou apenas metade de um papel redondo. Para cones ainda mais estreitos, dá pra usar ainda menos, ¼ por exemplo, fazendo render mais! O cone não pode se muito grande, deve conter a porção exata para ser impulsionado para o alto, sem soltar da mão, uma única vez, e assim todo o seu conteúdo se esvairá pelos ares. Por isso tem que ter pouco arroz/pétalas em cada um. A vantagem do cone é que o convidado não precisa colocar as mãos nas pétalas/grãos de arroz, e ficará mais propenso a não jogar na cara dos noivos, e sim para cima... será? Mas de qualquer jeito, vale pela delicadeza e singeleza...
Agora para decoração de um chá de panela, aniversário, ou outros eventos...
Móbile de papel para pires, pendurado com linha de nylon (já fiz desses móbiles com tapetinho pra bombom, que é bem mais leve. Não ficou tão bom quanto, mas com certeza, mais barato):

Flor com 3 papéis redondos de tamanhos variáveis. Arrematando com um botão, pingente, broche, ou qualquer outra coisinha, fica uma decoração e tanto:

Papel quadrado, dobrado para formar um envelope:


Convites com recortes de papel em forma de vestidinho (quem sabe a capa de um livrinho de recados ou de receitas para dar para as madrinhas?):


Para algo mais duradouro, aqui eles foram utilizados em decoupàge, para um bule e latas redondas para mantimentos. Esse papel verde é um enigma, só vejo branco pra vender!



terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um convite para meu casamento...


Para nosso convite de casamento, escolhemos um modelo clássico: branco, retangular, 15X30 cm, envelope de papel linear diamond e parte interna de papel aspen, letras prateadas, fonte Edwardian; na frente iriam nossas iniciais bem ao centro, em relevo seco. Não quis encomendar na gráfica uma faixa do mesmo papel para fechar o convite, pois pensei: vamos fazer o convite puro, e pra fechar eu invento alguma coisa diferente; talvez uma fita de cetim, de gorgurão, não sabia, mas sabia que não viria da gráfica. Como eu estava fazendo os vestidinhos no cabidinho pras lembranças das madrinhas, andei usando pedaços de renda de poliamida pra fazer algumas saias, e aí tive a idéia de usar renda de poliamida pra fechar o convite. Só que a renda que eu tinha era larga, de 10 cm de largura (comprimento da sainha), e precisava de uma menor, pra passar em torno do convite sem tampar o relevo seco; nem sabia se existia. O pessoal da gráfica me aconselhou a só olhar a faixa depois que os convites ficassem prontos, por causa da cor, tom, tamanho, etc. Agüentei e esperei. Logo que os convites chegaram, fui em um armarinho atacadista e achei uma renda idêntica à que tinha, da marca Filó, mas menor, que cabia direitinho no espaço entre o monograma e a ponta do envelope.
Bingo! Comprei 2 rolos de 100m cada (a menos de R$40,00 cada um)!

Em casa, meu marido (então noivo da noiva atarefadíssima e mesmo assim inventando moda), cortou tudo pra mim, e eu colei uma por uma com pistola de cola quente. Estávamos em linha de produção: ele media e cortava, eu colocava 3 pinguinhos de cola na renda envolta em um molde de papelão um pouco menor que o convite (pra colar a renda, que era um pouco elástica, em torno do molde sem ter que apertar e ela ainda ficar justinha no convite de verdade), e separava, pendurando todas em um cabo de vassoura apoiado na horizontal para não amassar. Expliquei para a calígrafa que a subscrição teria de ser próxima à metade de cima, e não exatamente no meio, pra não conflitar com a renda. Aí depois de tudo pronto, foi só encaixar uma renda pra cada convite e entregar.

No balanço final, o convite foi um sucesso! Tirando uns e outros, como um tio que perguntou se aquilo era um pedaço do vestido de noiva, uma conhecida que achou besteira “gastar tanto” com uma coisa que as pessoas jogam fora (ah, se ela soubesse o “tanto” que gastei...rs...), e um amigo do noivo que perguntou se era uma parte da lingerie da noite de núpcias, o resto foi só elogios. Fiquei muito feliz com o resultado, mas o auge da minha satisfação foi ver a filha de um amigo de meus pais, de 9 anos, pegando o convite nas mãos e passando a parte da renda cuidadosamente na face, sentido a textura da renda com a própria pele do rosto, com uma carinha linda. Foi um daqueles momentos Kodak-Master Card – tinha que ser registrado, e não tinha preço! Mas a renda do convite entrou para minha lista de coisas que, ou a gente faz, ou fica sem...Nem consigo imaginar o quanto que iriam me cobrar pra “fechar o convite com renda” em uma gráfica especializada. Caro, muito caro!! Claro que passei horas com o noivo montando cada convite, mas isso não tem preço!
Meses depois, quando a mídia divulgou que a Stephany Brito e o Pato gastaram tubos de dinheiro em renda gipure pra encapar os envelopes do convite de casamento, meu convite com renda de poliamida perdeu um pouco do encanto e da novidade...mas sempre será lembrado, pelo menos por mim e talvez por outras pessoas especiais, como a menininha filha do amigo de meu pai...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Convite para os padrinhos

Desde algum tempo antes do casamento pensei em fazer um convite por escrito aos padrinhos. Nada contra convidar pra jantar e fazer o pedido formal, oralmente, mas eu queria mesmo fazer um negócio bem meloso, bonitinho, que mostrasse a importância dessa função, e tinha que ser por escrito. Nem que fosse pra entregar pessoalmente, esperar calmamente a leitura e só depois perguntar oralmente a resposta, mas estava decidida a botar o convite no papel! Usando o desenho que acabou virando a logomarca do casamento (porque estampou de tudo, lembrancinhas, menus, caixas, cartões de agradecimento, etc.), os ursinhos noivos, comecei a fazer esboços de como gostaria que ficasse. Primeiro pensei em algo mais informal, com um toque de humor, começando com um “Parabéns, você foi escolhido para ser nosso padrinho de casamento!”. Cheguei até a fazer um esboço, mas depois vi que não era a nossa cara. Aí tentei eu mesma criar um texto, mas não saía nada. Aí escarafunchei minha caixa de entrada de e-mails (cheio de coisa velha, mensagens antigas, da época em que eu ainda abria arquivos PPS, a maioria com textos de “autor desconhecido”), peguei um texto daquele que a gente recebe por e-mail e nunca repassa, acrescentei palavras de minha autoria, agreguei parte de meu discurso de formatura "aos amigos" e saiu um texto muito interessante. Mesmo atentando contra eventuais direitos autorais não declarados de outras pessoas, algumas frases apenas, tive que fazer essa miscelânea, pois queria um texto únicúnico, adequado tanto a parentes quanto a amigos, e precisava de alguma inspiração. O duro foi responder quando o padrinho/madrinha perguntava se o texto era meu. Respondia com um sorriso que parte dele sim, e outra parte foi objeto de inspiração de outros autores. Para o texto, caprichei nas fontes, usei a Amaze, com as maiúsculas da Heather, em diferentes tamanhos. Após vários modelos de layout, cheguei à arte final, aprovada pelo meu marido, então noivo, minha mãe e minha irmã. Imprimi em papel couche 180g, dobrei em 3 partes, como se dobra um envelope do Oscar (sempre procurando não fazer a dobra bem em cima dos ursinhos), recortei a parte que exasperava a margem, e planejei envolver com uma fitinha. Tentei, achei mixuruco e quis inventar um envelope.

Mensagem inicial: "Na vida tudo significa alguma
coisa. De cada gesto tiramos lições. Aprendemos a respeitar o próximo e a
valorizar nossa família; os pais e irmãos, e os primos e tios que sempre estão
indo e vindo em nossas vidas, provando que o tempo passa, mas certas coisas
nunca mudam. conhecemos nossos limitens e nossos amigos; os de perto e os de
longe, alguns muito amigos; outros também. Vemos em cada pessoa o que há de
melhor. Concretizamos sonhos, transformamos gestos em sentimentos, trizteza em
alegrias, dor em vitórias. E continuamos nossa caminhada, a cad dia uma nova
jornada. Enquanto respiramos, superamos; alcançamos ideais. E novas metas
criamos cada dia. Pois a vida é eterna procura, mas também eterno aprendizado.
Caminhemos, então, de mãos dadas. Assim a vida fica mais bonita, segura e
tranqüila. Porque temos a certeza de que sremos amparados e amados a todo
momento."


Usei o mesmo arquivo e alarguei as margens do convite, tirei o texto e imprimi uma folha em branco só com as margens. Cortei o branco de fora das margens, dobrei em 3, colei a parte de baixo e fiz um envelope.
Pra lacrar, fitinha/corda de cetim formando um lacinho. Claro que tive que levar o convite no armarinho pra encontrar uma fitinha com a cor exata da margem. Não achei fita, tive que comprar a cordinha, mais difícil de trabalhar, mas até que ficou legal.



Foi muito bom entregar esses convites. Algumas madrinhas liam com lágrimas nos olhos, alguns padrinhos se assustavam ao perguntar quem fez e ver que tinha sido eu (outros nunca perguntaram e acham até hoje que gastamos horrores com gráficas pra tantos projetos casamentícios em papel no casamento). Os que tivemos que mandar pelo correio foram igualmente bem recebidos. Antes mesmo de ligarmos confirmando a entrega, já recebíamos uma ligação de aceite e agradecimento. Faria tudo outra vez, do mesmo jeitinho.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Convite para damas e pajens


Quando pensei em um convite para minhas damas e meus pajens, já sabia que não seria assim um convite “convite” mesmo. Até porque a situação já estava toda conversada com os pais das crianças, já tínhamos sentado e, após avaliados os riscos, ficamos acertados.
Mas mesmo assim achei que as crianças deveriam receber um agradinho a mais, um convite dirigido a elas mesmo...
Comprei pirulitos de chocolate prontos na Fanny e fiz uma embalagem-convite. Pras meninas, uma Minnie vestida de rosa, com os dizeres “Quer ser minha dama-de-honra?” e pros meninos um Mickey com dizeres análogos. Atrás, o clássico “de: para: ” com o nome de cada criança.
Essa Minnie era uma Minnie noiva toda de branco. Colori o vestido branco dela de rosa no Corel Painter e cortei o noivo Mickey fora (ele estava de terno branco, não dava mesmo pra aproveitar!) O Mickey peguei no Google assim mesmo, já vestido de gala e sem a Minnie à tiracolo. Os dizeres acrescentei usando o Power point, e pra imprimir usei papel couche 180 gramas. Depois de impresso foi só recortar arredondando as pontas e amarrar com fita número zero: lacinhos rosas pras meninas e fita branca com nós para os meninos.
Entregar foi outra festa, e o convite agradou mães e filhos: as mães guardaram a embalagem e as crianças devoraram o chocolate. Valeu à pena. No dia, todos entraram direitinho: lindinhos e elegantes!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Forminhas "noivinho e noivinha"



Essa forminhas também me deram apenas metade do trabalho. Comprei forminhas pretas e forminhas brancas de papel cartão no site da Barra Doce e customizei em casa, com papel e artigos de armarinho.
Todas as forminhas da mesa de doces do meu casamento foram nesse estilo, só variando as cores (preto, branco, vermelho), formatos (quadradas, hexagonais, triangulares) e material (papel cartão, acetato, papel forrado com tecido).Quando entreguei as forminhas prontas, contadas e customizadas no Buffet, apenas expliquei que a preta fazia parzinho com a branca, e pedi que dispusessem cada uma lado a lado, formando pares.
No dia do casamento, tive a surpresa de ver essas formi
nhas servindo de suporte pros bombons que levavam noivinhos de biscuit no topo. Ficou a coisa mais linda, e todos se encantaram. Os bombons não são obras de minhas mãos, então nem posso dar pitaco (só posso dizer que além de mimosos, estavam gostosos!), mas as forminhas sim, e posso dizer que são bem legais de se fazer.

Forminha noivinha
Material:

-forminha branca
- fitinha de renda (comprada em metros ou em rolo em armarinho e loja de aviamentos)
- pérolas de fazer bordado
- cola branca
- pistola com cola quente

Passo a passo:
Cortar a fita de renda na largura da aba lateral da forminha, colar com cola branca bem perto da base. Colar a perolinha com cola quente (bem quente, recém saída da pistola), e certificar de que firmou bem.

Forminha noivinho
Material:

- forminha preta
- cartolina ou outro papel com gramatura maior na cor b
ranca (eu usei umas tiras que o pessoal da gráfica me deu das sobras do meu convite de casamento, de papel aspen perolado...a gente faz o que pode, né?)
- cartolina ou outro papel de gramatura maior na cor
preta

Passo a passo:
O “terno” é a própria forminha, que vai arrematada com a “camisa” e a “gravatinha” borboleta. Segue uma ilustração que fiz pra uma amiga (n
o Paint brush, sem vaidade nenhuma!) de como se fazer a camisa e a gravata:
Antes da arte final, tentei versões diferentes das forminhas. Fiz uma versão dos noivinhos sem a lapela da camisa, com camisa maior e menor, e de noivinha com lacinho em vez de pérola, e renda mais larga e mais fina. A camisa com lapela ficou muito mais bonitinha, e só um pouco mais chatinha de se fazer: ganhou. A noivinha com lacinho ficou muito mimosa, mas como o lacinho é ultra chato de fazer desse “tamaninho”, é caro pra comprar pronto e difícil de encontrar, fui de pérola mesmo, que é o oposto: já vem “pronta”, é baratinha e faz o mesmo efeito. Quanto à renda, achei que a mais fininha ficou mais charmosa.
Mas fica a dica de variações:


Editado em 2010 a pedido da Lila:

Foto da mesa de doces do meu casamento:

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O Menu




Eu tinha planejado fazer um menu todo chique pra colocar nas mesas. Já tinha conversado com o coordenador do Buffet, e ele falou bem de menu’s, que era bom pra orientar o convidado, alertar pessoas alérgicas a alguns tipos de alimentos, além de dar uma folguinha pro garçon, que não precisa ficar informando os ingredientes das coisas que vão em cada bandeja.
Normalmente se faz o menu junto com os convites, com papel de gráfica, o mesmo utilizado no convite, etc. Como queria eu mesma fazer (pra variar...), resolvi inventar um menu diferente. Já estava decidido que a decoração da recepção seria com toalhas de estampa de zebra e flores vermelhas, aí quis usar essa "paleta" de cores no menu.
Fiz uma arte no Corel, inventei um brasão com os ursinhos noivos que usei no casamento todo, e editei no Power Point...era todo em vermelho, com umas listras de zebra, um brasão com os ursinho no meio, cheio de detalhes. Faltando duas semanas pro casamento, fui tentar imprimir uma versão e ficou horroroso! Não conseguia enquadrar frente e verso, uma hora a impressora puxava mais, outra menos...E tava gastando horrores de tinta... Aí resolvi simplificar. Fiz uma versão lite do menu: tirei o vermelho e a zebra que iam do lado de fora, e deixei umas listrinhas de zebra bem discretas por dentro. Imprimi a parte interna em A4 de papel filicoat, em apenas uma face. Dobrei e reservei... Como uso impressora caseira, estava pelejando pra conseguir imprimir frente e verso com o mesmo enquadramento. Aí tive outra idéia: deixar a capa sem impressão e colar o brasão e os dizeres em alto relevo, recortados de outra folha, aí não precisaria tentar enquadrar. Pra fazer a capa, então imprimi os desenhos e dizeres em outra folha de filicoat, recortei e colei na frente da folha dobrada, colocando pequenas placas de E.V.A entre os recortes e a capa. Ficou bem legal, simples mas bem bonitinho! Na foto não dá pra ver direito, mas tem um relevozinho entre o menu e os itens da capa, que fez toda a diferença...
Essa foto mostra o Menu já na mesa de convidados, pronto para ser lido! Não é que em cima da toalha estampada ele ficou bem suave e adequado? Ponto para a falta de tinta!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Flores no saquinho


O que esses arranjos tem em comum? Além de ambos serem do site da Martha Stewart (http://www.marthastewart.com/), são de flores em saquinhos de papel. Ainda estou para descobrir como fazer para os sacos pararem em pé, e para não se estragarem com o peso das flores, a água, não sei...mas mesmo assim achei que valia uma postagem.

Eu faria o saquinho, no mínimo, com juta! Mas vai que algo acontece, tiram a juta do mercado, os sacos se perdem no caminho, ou algum outro imprevisto enorme acontece, e não tiver onde colocar as flores!? Saquinhos! De padaria, de pipoca, de pão, de lixo (??) qualquer um serve!

Mas no fim até que ficou um arranjo bem singelo, além do que e permite à flor reinar absoluta na mesa...

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Flores de plástico não, mas que tal de papel?

Estamos falando de decorações econômicas (noivas com mil e uma coisas para gastar no casamento não costumam ter um orçamento lá muito amplo para o Chá de Panela...), e o que pode ser mais econômico do que uma decoração com papel? Não, nada de origami, pois é uma arte para poucos...O negócio aqui é outro...Tesoura, cola e papel na mão!
Vi esse tutorial no blog da Perfect Bound (www.perfectbound.blogspot.com) e não pude deixar de colocá-lo aqui! Ensina a fazer florzinhas de papel muito delicadinhas e de uma forma muito fácil! Já imaginei um arranjo com flores em papel camurça vermelho, de tamanhos diferentes, dentro de umas certas latas das quais já falei aqui...

No tutorial só ensina a fazer de um tamanho, mas nada impede nossa criatividade. Tive que traduzir, mas é bem simples, então vamos lá:

1. Desenhe uma espiral em um papel de 8X8cm;
2. Corte a espiral de acordo com as linhas desenhadas;
3. Comece a enrolar a espiral de fora para dentro;
4. Enrole até não haver mais nada pra enrolar!
5. Pronto!

(Tutorial by
Dozi Design)

E o melhor de tudo é que pode-se desenhar e recortar "grosseiramente", pois se ficar certinho perde a graça.... Enjoy!