Mostrando postagens com marcador Tecidos e fitas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecidos e fitas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Almofadinhas de alianças

Normalmente carregada por um pagem, a almofadinha das alianças tem que ser delicada, pois vai levar o símbolo da união dos noivos, mas não pode ter muitos frufus, pois será carregada por um homenzinho. Lembro que há alguns anos era muito comum almofadas grandes, em tons de chá, com franzido de renda ao redor. Mas isso foi há algum tempo, época em que os pagens entravam com calças mais curtas, presas na canela e camisas bufantes (sempre achei esse traje tão lindinho...). Muitos meninos se recusavam a entrar como pagens por causa dessa roupa!
Hoje as coisas mudaram, os pagens vestem terninhos, alguns vestem trajes iguais ao do noivo, e sempre parecem mais homenzinhos do que menininhos. E o terninho é sempre um atrativo para os meninos. Alguns, mais tímidos e receosos de fazerem a primeira entrada como pagens, quando se vêem no espelho vestidos de terninho completo ficam com os olhos brilhando, e entram sem hesitar. O ideal é que o pagem não seja tão novinho, pelo menos 4 anos, pois a responsabilidade é grande. Não há limite máximo de idade, mas menores de 12 anos sempre ficarão mais à vontade na função. Lembro de um casamento que fui em que o pagem ficava jogando a almofada pra cima antes de entrar. Com aliança e tudo! Era pré-adolescente o garoto, e acho que estava ali meio a contra-gosto...

Bem, mas vamos, então, às almofadas das alianças das fotos.
Achei essa dupla muito distinta e bonita. A almofada é simples, de cetim, e o que dá a nobreza é o detalhe das folhas em ouro e prata. Essas folhas são fáceis de achar em lojas que vendem artigos para bijouterias, e já vem com o furinho pra passar a linha e fazer a costura. O ideal é que as folhas sejam costuradas diretamente na almofada, bem firmes, juntamente com um pedaço grande de fita. Só depois de amarradas as alianças é que se faz o laço e se corta o excesso da fita. Nas fotos, o laço foi desmanchado de um lado, como a gente faz quando tem pouca fita de um lado e muita de outro. Prefiro laço de verdade, com duas abas, mas até que com uma só ficou bonito!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Bolo de Casamento para o enxoval


Logo depois que fiz a postagem sobre bolos de casamento (reais), me deparei com a foto de um bolo de casamento interessante, feito de toalhas! Claro que eles mereciam uma postagem! Alguns desses bolos foram objetos de decoração central de Bridal Showers, mas também seriam uma linda forma de contribuir para o enxoval da noiva, seja em presente de noivado, presente de chá, ou outro tipo de presente (pelo menos posso falar por mim, pois quando estava noiva, de natal e de aniversário sempre sugeria presentes para a casa ou meu enxoval): presentear com pares de toalhas felpudinhas (de preferência de fio penteado!) em forma de bolo de casamento. Ótima idéia! Se vier em cima de um prato com pés então...!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Meu aniversário - Mesas e decoração

Para as mesas de convidados, usei meus potes de biscoito. Tenho um jogo com 4 potes com quadradinhos em jatos de areia e tampa de inox, e ainda alguns daqueles com vidro oitavado e tampas de plástico. Tirei as tampas e no local da rosca amarrei tiras de fita de cetim e arrematei com um laço de uma fita aramada, que faz uns laços bem armados. Dentro coloquei buquezinhos de crisântemos.

Do lado dos potes, coloquei os mini-abajures de mesa. Alguns se apagaram durante a noite, mas isso porque os curiosos levantavam a tampa pra ver o que tinha dentro, vinha o vento e puff: apagava! Se soubesse disso, teria usado uns pedacinhos de durex pra prender a cúpula na taça e evitar esse probleminha.

Para a mesa de doces, preparei com antecedência garrafinhas de tamanhos variados e um porta petit-four, todos com crisântemos:

Toalha branca, composê de zebra e algumas guloseimas fizeram a mesa de doces. Uma coisa inventada na última hora foi a queijeira com bolinhas de gel e flores dentro. Essa eu não faço mais, pois é absolutamente "não à prova de curiosos"! Era levantar a tampa que ia tudo pro chão! Ainda bem que ninguém prosseguiu nesse intento, muito embora eu tenha pegado no flagra uma tentativa!
E foi só! Ufa! Foi um dia muito especial!

No dia seguinte, peguei todos os buquezinhos, juntei e coloquei em minha jarra preferida. Esse arranjo alegrou a casa por mais uns bons dias!



terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Delicadezas para o banheiro feminino II

No meu casamento fiz questão de personalizar, enfeitar e dar um toque de delicadeza no banheiro feminino. Transformei a tradicional caixinha de utilidades e primeiros socorros femininos em uma mini-penteadeira, e cuidei de alguns itens a mais. Aqui vamos falar de algo que vai além, de casamentos onde os banheiros femininos são objeto de uma decoração à parte, com direito a flores, velas, essências, toalhinhas bordadas com monograma dos noivos e alguns enfeitinhos mais. Nada mais justo para um local pelo qual passarão cerca de 50% dos convidados (os mais exigentes e observadores) da festa, e onde muitas vezes há muito bate-papo e descontração!
Uma coisa a se lembrar é que esses itens fazem parte da decoração do banheiro, e, salvo aqueles que estão ali para serem desfrutados (como remédios, balas, lenços), os demais não devem ser levados pelas convidadas. Senão perde a graça!
Em cima da pia, além da caixinha e do arranjo de flores, uma torre de toalhinhas de mão amarradas com fitas rosa seco e marrom bem encostadinha na parede, perto de toalhinhas de mão com iniciais dos noivos bordadas e flor de tecido, e de outras duas toalhinas de mão penduradas em um suporte de madeira que é uma graça.
Logo na entrada do banheiro, uma maçaneta com um mimoso coração de tecido todo com aplique de flores, fitas e renda. Não duvido nada ter até cheirinho. Embaixo da bancada da pia algumas velas (confesso que tenho medo de velas em locais próximos ao chão, ainda mais quando penso que saias de tecidos sintéticos vão passar ali pertinho). Em um espelho central, uma pequena prateleira com sachets, vasinho e cestinha com balas, e ainda um difusor de essência de varetas. As flores de tecido imitam as peônias, e são muito bonitas. Apesar de ser outro banheiro de outro casamento, dessa vez decorado em rosa-chá, nessa foto dá pra ver melhor o suporte das toalhinhas de mão, que ainda ganharam um aplique de flores brancas.

Nesse banheiro o charme do lilás e do rosa combinou com o verde e o branco. O cachepô tipo aquário foi forrado com fitas e flores e recheado de toalhinhas bordadas com as iniciais dos noivos. A rosa no topo deu o toque final. Adorei a torre de papel higiênico com fitas dentro da bandejinha, que também guardou essência em spray, contas e conchinhas. Em outra bancada, mais toalhinhas e muitas balas.

Todas essas mimosidades foram fotografadas por Edson Beline, SC/Brasil.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um convite para meu casamento...


Para nosso convite de casamento, escolhemos um modelo clássico: branco, retangular, 15X30 cm, envelope de papel linear diamond e parte interna de papel aspen, letras prateadas, fonte Edwardian; na frente iriam nossas iniciais bem ao centro, em relevo seco. Não quis encomendar na gráfica uma faixa do mesmo papel para fechar o convite, pois pensei: vamos fazer o convite puro, e pra fechar eu invento alguma coisa diferente; talvez uma fita de cetim, de gorgurão, não sabia, mas sabia que não viria da gráfica. Como eu estava fazendo os vestidinhos no cabidinho pras lembranças das madrinhas, andei usando pedaços de renda de poliamida pra fazer algumas saias, e aí tive a idéia de usar renda de poliamida pra fechar o convite. Só que a renda que eu tinha era larga, de 10 cm de largura (comprimento da sainha), e precisava de uma menor, pra passar em torno do convite sem tampar o relevo seco; nem sabia se existia. O pessoal da gráfica me aconselhou a só olhar a faixa depois que os convites ficassem prontos, por causa da cor, tom, tamanho, etc. Agüentei e esperei. Logo que os convites chegaram, fui em um armarinho atacadista e achei uma renda idêntica à que tinha, da marca Filó, mas menor, que cabia direitinho no espaço entre o monograma e a ponta do envelope.
Bingo! Comprei 2 rolos de 100m cada (a menos de R$40,00 cada um)!

Em casa, meu marido (então noivo da noiva atarefadíssima e mesmo assim inventando moda), cortou tudo pra mim, e eu colei uma por uma com pistola de cola quente. Estávamos em linha de produção: ele media e cortava, eu colocava 3 pinguinhos de cola na renda envolta em um molde de papelão um pouco menor que o convite (pra colar a renda, que era um pouco elástica, em torno do molde sem ter que apertar e ela ainda ficar justinha no convite de verdade), e separava, pendurando todas em um cabo de vassoura apoiado na horizontal para não amassar. Expliquei para a calígrafa que a subscrição teria de ser próxima à metade de cima, e não exatamente no meio, pra não conflitar com a renda. Aí depois de tudo pronto, foi só encaixar uma renda pra cada convite e entregar.

No balanço final, o convite foi um sucesso! Tirando uns e outros, como um tio que perguntou se aquilo era um pedaço do vestido de noiva, uma conhecida que achou besteira “gastar tanto” com uma coisa que as pessoas jogam fora (ah, se ela soubesse o “tanto” que gastei...rs...), e um amigo do noivo que perguntou se era uma parte da lingerie da noite de núpcias, o resto foi só elogios. Fiquei muito feliz com o resultado, mas o auge da minha satisfação foi ver a filha de um amigo de meus pais, de 9 anos, pegando o convite nas mãos e passando a parte da renda cuidadosamente na face, sentido a textura da renda com a própria pele do rosto, com uma carinha linda. Foi um daqueles momentos Kodak-Master Card – tinha que ser registrado, e não tinha preço! Mas a renda do convite entrou para minha lista de coisas que, ou a gente faz, ou fica sem...Nem consigo imaginar o quanto que iriam me cobrar pra “fechar o convite com renda” em uma gráfica especializada. Caro, muito caro!! Claro que passei horas com o noivo montando cada convite, mas isso não tem preço!
Meses depois, quando a mídia divulgou que a Stephany Brito e o Pato gastaram tubos de dinheiro em renda gipure pra encapar os envelopes do convite de casamento, meu convite com renda de poliamida perdeu um pouco do encanto e da novidade...mas sempre será lembrado, pelo menos por mim e talvez por outras pessoas especiais, como a menininha filha do amigo de meu pai...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Almofada porta-alianças



Essa foi uma criação mista, minha e de minha mãe.
Depois de muito pensar em como meu sobrinho levaria as alianças, resolvemos pela velha e tradicional almofadinha. Mas não sem antes inventar algo novo, modernizar, caprichar... e foi assim que essa almofadinha surgiu! Vi em uma floricultura umas almofadinhas com essências, com capa de camurça, fita em volta e uma flor no meio. Resolvemos usar essa idéia, mas em vez da camurça, resolvi usar uma técnica que usamos nas lembrancinhas do meu aniversário de 15 anos: uma malha de fitas trançadas. As cores seriam prata e branco. Prata pra combinar com a roupinha de meus sobrinho, branco porque branco é branco.
Fui no armarinho e comprei 2 rolos de fita prateada. Colando 2 pedaços em "L", fui fazendo o trançado, uma fita passando por baixo, outra por cima, até formar a "malha" de fitas trançadas. O fato de as fitas ficarem em posições diferentes, o sentido dos fios e a luz batendo em cada uma das fitas, tudo isso dá um brilho legal à malha. Fiz duas malhas e passei pra minha mãe. Na máquina, ela costurou uma peguena fronha, emendando as duas malhas. Depois, encheu com camadas de matelassê, e a almofada estava pronta.
Para arrematar, usei 2 fitas de cetim brancas, da mesma expessura da fita prata, simulando um embrulho de presente. Para o topo, peguei uma flor branca de tecido da minha coleção (há alguns anos, usava uma flor em cada lapela de terninho, depois mudei e passei a usar as flores nos cabelos, e agora as minhas flores de tecido estavam meio guardadinhas, sem uso...), costurei uma fitinha n. zero em uma das pétalas mais internas da flor e vi que dava direitinho pra dar um laço na fitinha e amarrar as alianças ali, bem dentro da flor. Prendemos a flor na almofada e ficou pronta... agora era colocar as alianças e esperar chegar o dia...

Depois que o dia chegou, além de o lacinho ser fácil de tirar, para a alegria do celebrante...


...a almofadinha ainda serviu pra aplacar a timidez do meu sobrinho...

(Fotos de Pedro Zorzall)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Lembrança das madrinhas

Essa foi a lembrança que me deu mais trabalho, mas também foi a minha preferida. Vamos à sua história.
Comprei caixas, de 16X16cm, no Mercado Livre, pensando em fazer uma decoupàge na tampa. Tinha visto em sites americanos sachets de vestidinhos de noivas, e investi em uma produção em massa, pensando em colocar um sachet dentro de cada caixa.
Nos primeiros vestidinhos, usei tiras de bordado inglês que tinha na casa de minha mãe. Depois que acabou, comecei a comprar as tiras aos pouco, de 2 em 2 metros... Acabava, comprava mais. Em cada armarinho que passava, comprava uns metros de bordado inglês, aí cada vestidinho ficou com um modelinho meio diferente. Fui fazendo os vestidinhos aos poucos. Sentava pra ver TV com minha cesta de costura na mão, e aí eles foram ficando prontos...
Já as caixas, pintei todas de branco, e envernizei com goma laca incolor. Para a tampa da caixa, até que eu tentei usar a impressão do casal de ursinhos que usei nas lembrancinhas, mas depois de 3 tentativas frustradas de decoupàge com impressão caseira em papel sulfite, vi que enrugava demais, borrava, dava bolha, aí deixei de lado, e investi tempo nos vestidinhos. Fiz o número necessário para colocar em cada caixa e alguns a mais.
Claro que não deixei de fotografá-los!




Fazer os vestidinhos foi a minha tarefa preferida nos preparativos, e a que mais me entreteve. Fiz até uns coloridinhos, de tanto que gostei! Só o cabidinho que era chatinho. Usando arame de depósito, alicate de bijuteria e dedos que ficavam vermelhos no manuseio, os cabidinhos tomavam forma, um a um. Para tomar a cor, 3 mergulhos em tinta acrílica branca e rosa para cada um...
Os vestidinhos estavam quase todos prontos, e as tampas das caixas ainda estavam empacadas...
Um dia, minha irmã estava comigo na mesa da copa da minha mãe, encapando com tecido e matelassê um álbum do bebê para minha sobrinha. Ela tava usando um tecido estampadinho de florzinhas, e eu estava calmamente fazendo uns vestidinhos. Ela encapou o álbum e viu que faltava alguma coisa. Teve então a idéia de usar um de meus vestidinhos para colocar na capa. Eu tinha um que tinha ficado com a saia muito curtinha, parecia vestido de bebê, e dei pra ela. Nem preciso dizer que o álbum ficou mimosíssimo, forrado com o tecido de florzinhas afofado pelo matelassê, e com o vestidinho no centro! Aí surgiu pra nós a idéia de fazer o mesmo em minhas caixas de lembrança das madrinhas...
Comprei o tecido (tinha quer ser de oncinha!), engomei com goma fria, forrei cada tampa usando matelassê pra ficar fofinho, usando cola branca e termolina leitosa, e no fim colei em cada tampa um vestidinho, usando cola quente. Minha mãe descreveu bem o resultado: "parece uma caminha de boneca, com um vestido estendido, esperando para ser usado". Como eu tenho jogo de cama de
oncinha, não podia me identificar melhor com essa lembrança...


No fim, minha mãe fez saquinhos de tule arrematados com rendinha para embalar cada caixa. Dentro colocamos pães de mel envoltos em trouxinhas de tule. Os saquinhos foram amarrados com fita de organza e uma rendinha que levava o cartãozinho de agradecimento, o mesmo da lembrança dos padrinhos.


Cada caixa foi entregue após as fotos, para cada madrinha e ainda para minha mãe, minha avó materna e minha sogra pelas meninas do cerimonial. Eu não estava presente nesse momento, e não pude ver o olhar das minhas presenteadas ao receber a lembrança, mas estou certa de que quem recebeu, se agradou e guardou com carinho...Espero que, além de ser uma lembrança do meu casamento, o presente traga lembranças boas...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Lembrança dos padrinhos

Garrafinhas de licor sobre bandejinhas de papel, envoltas em trouxinha de tule, com amarração em fita de organza e cartão de agradecimento: essa foi a lembrança que dei para meus padrinhos. As bandejinhas, na verdade, são fôrmas pra mini-bolos compradas em uma loja de suprimentos para confeiteiras e doceiras (uma loja enorme, onde se anda com carrinho de compra em meio a prateleiras e mais prateleiras de chocolates, enfeites, forminhas, e mais muitas coisas legais de festa). Essa fôrma é feita de um tipo de papelão, mas com textura de papel manteiga, feita para ir ao forno e assar a massa. Não sei se é pra mini-bolo, mini-panetone, sei que é pra mini-alguma coisa. Pra mim, foi pra mini-garrafinhas de licor! E não é que as garrafinhas couberam direitinho lá dentro?
Já vou falar do cartãozinho de agradecimento, pois ele vai aparecer mais vezes por aqui.
Para o cartão usei a mesma arte que fiz para os menus, só que menor...mas como estava ficando sem tinta colorida, passei o brasão para preto e branco (era pra ser em sépia, mas com a míngua de tinta não quis arriscar...fiz isso na semana do casamento, e não tinha mais tempo e nem grana pra gastar com cartucho novo original de tinta colorida!) A arte do brasão foi transferida pro Power point, onde colei uma do ladinho da outra, pois ia recortar um por um depois pra colar na frente do cartão. Já os dizeres do cartão, só deu pra imprimir 4 por folha, pois eles “são” o cartão, imprimia a parte interna, mas calculando espaço pra fazer a dobra ao meio e formar a capa do cartão. Depois de recortar os cartões, tomando como base a parte interna, com a contra-capa e os dizeres, colei um brasão em cada um, em relevo com uma plaquinha de E.V.A, pra dar um charminho, como fiz com os Menu's. Definitivamente nem arrisquei imprimir cartão em frente e verso dessa vez, fui direto pra colagem com E.V.A. Depois foi só fazer um furo no canto e passar uma fita de rendinha. Ah, os dizeres internos eram metade personalizados (nome do presenteado) e metade padronizados (mensagem de agradecimento e comunicação do novo endereço)!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Tulipas de tecido

Essas tulipas de tecido são muito lindinhas, e dão ótimos centros de mesa para Chás, aniversários, e festinhas meiguinhas. Variando a estampa e as cores, podem ser mais sérias ou mais divertidas.
Fazer somente as tulipas, ou fazer também cabos enfeitados e folhinhas pode ser a diferença entre um arranjo centro de mesa, e a decoração de um quarto de bebê.
Um bom material para forrar os cabos e fazer as folhas é o feltro. Desfia muito pouco e é fácil de cortar. Mas como só vem em cores padrões, lisas, para as tulipas o jeito é procurar tecidos de algodão. De qualquer forma, com mais ou menos sofisticação, é um arranjo memorável.


Na figura, as tulipas de cima, da esquerda, são da Via Magia
As da garrafa de coca-cola são da Bia Silvestre
As do vasinho rosa e branco são da Pacth Country
No vasinho branco, tulipas da Menina Moça
Tulipas da caneca da Bordados da Léa

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Topiária de Fitas


Topiárias são esculturas feitas com flores e folhas. Tanto aqueles arbustos redondinhos, quanto esculturas de elefante feitas com folhagens são chamados de topiárias, mas a gente identifica mais esse nome com essas bolinhas mesmo. Amo esse formato de arranjo, redondinho. Acho a coisa mais linda uma topiária só de flores, monocromática, sem qualquer folhagem, uma flor bem juntinha da outra...

Mas essas aqui são feitas com fitas! Mais acessíveis pra gente como a gente...

De gorgurão, de cetim, de fitex. Lisas, estampadas, texturizadas, de todas as cores ou em tom sobre tom. Com um lacinho de fita para arrematar e um singelo vazinho... Um dia ainda vou fazer uma dessas...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Para quem não gostou das latas, que tal tecidos?


Essa foto é do site da Martha Stewart (a das latas também) e, na descrição dos arranjos, consta que são latas forradas com tweed. Tweed é aquela lãzinha muito usada em terninhos, normalmente encontrada em motivo listrado e no xadrez. Fácil de achar em qualquer loja de tecidos.
Para quem quer economizar, qualquer retalho é bem-vindo, até um feltro colorido faria bonito!
Tem algumas jutas, vendidas até em floriculturas (floristas usam juta para embalar vasos para encomenda) que, apesar de mais grossas, dão um forro rústico, bem legal.
Ah, e já que vai forrar, nem precisa ser lata não! Até papelão é "forrável".
Novamente, por questões de bolso, descartemos as dálias, tulipas, gérberas e outras flores nobres e exóticas que aparecem nas fotos, e adotemos os gypsos e tangos, mais baratinhos, e vendidos em qualquer flora a preços razoáveis.